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Era uma vez o sexo frágil

Na última segunda-feira (08/03), os homens já começaram a semana com o dever de ser mais sensíveis devido ao Dia Internacional da Mulher. Dia feliz sim para o time masculino, pois, sem as mulheres, tudo seria igual e, inclusive, sem elas, o mundo pós-moderno não seria tão eficiente.

Prova dessa afirmativa foi o discurso do diretor geral Sebastião Receputi na homenagem que a Novo Milênio fez as suas alunas, funcionárias e professoras no mini-auditório (sala 348) da faculdade. “Sem desmerecer os homens, prefiro trabalhar com as mulheres por causa do seu senso de responsabilidade e compromisso”, ressaltou Sebastião.

Depois dos merecidos elogios ao público feminino, a direção passou a palavra para a professora do curso de Enfermagem, Giovanna R. Soanno Marchiani (foto), que ministrou palestra sobre a sexualidade da mulher.

A palestra alertou sobre a histórica proibição da busca pelo prazer por parte da mulher, muitas vezes proveniente de pressões da sociedade e da própria família, que, por séculos, viveram num sistema patriarcal.

“Ainda hoje, muitas mulheres não estão preparadas para receberem o primeiro estímulo sexual, mesmo que este seja apenas um carinho no rosto ou o cheiro de um perfume”, alertou Giovanna. “A mulher precisa se conhecer melhor para viver feliz sem as amarras do ultrapassado conceito de sexo frágil”, complementou a professora.