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Mercado tem oferecido boas colocações para os estudantes. Nas empresas, profissionais podem chegar a cargos de gerência e diretoria

O curso de tecnologia em logística é recente no país, quando comparado, por exemplo, às tradicionais engenharias. Com menos de uma década de existência, segundo o diretor do Sindicato dos Tecnólogos do Estado de São Paulo (Sintep), Décio Moreira, a graduação já vem se consolidando no mercado.

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“Os índices de empregabilidade são altos. E logística é uma área bastante importante, que trata dos transportes e está ligada aos resultados de uma empresa”, afirma. “O tecnólogo pode trabalhar em um gama de lugares, desde as pequenas mercearias, até grandes empresas de exportação”, diz o coordenador do curso na Universidade Estadual de Goiás (UEG), Flávio Gomes de Morais.

“A aceitação no mercado está sendo construída neste momento”, pontua Waltson Limad, coordenador do trabalho de graduação e de estágio da Faculdade de Tecnologia de São Paulo (Fatec-SP) da unidade de Carapicuíba. Segundo o professor, apesar de o curso ser novo, os estudantes têm conseguido boas colocações.

Divulgação/Vale - Funcionário da área de logística da Vale no Terminal de Vila Velha (ES)
(Foto: Divulgação/Vale)

Nas empresas, os profissionais podem assumir funções como analista, supervisor, coordenador, gerente, diretor. A ascensão, muitas vezes, depende de complemento da formação, com especializações, e do domínio de outros idiomas, como o inglês e o espanhol.

De acordo com Moreira, do Sintep, a remuneração inicial convencionada para o estado de São Paulo foi de R$ 2.404, por 8 horas diárias de serviço. Em outros estados do país deve haver alguma flutuação no valor.

Tecnologia ou bacharelado
Os cursos superiores de tecnologia têm cerca de 40 anos no país. Assim, quando eles não existiam, algumas das funções exercidas por tecnólogos pertenciam ao rol de atividades de engenheiros e de outros bacharéis.


Tanto os bacharelados quanto os cursos de tecnologia conferem diploma de curso superior ao estudante.

“A questão de ser tecnólogo é priorizar situações praticas para minimizar o tempo de aprendizagem”, resume Morais, da UEG.
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

FONTE

Simone Harnik Do G1, em São Paulo